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GESTÃO DE PROJETOS DE INTELIGENCIA ARTIFICIAL PARA SEGURANÇA CIBERNÉTICA

  • Luís César Menezes, MSc, PMP
  • Jul 25, 2019
  • 2 min read

As organizações devem se preparar, de maneira estruturada, para fazer frente aos novos desafios de segurança cibernética aonde nem personalidades do mundo político, mundial, escapam ilesos. Entrar na turbulência é muito fácil. Planejar ações e estruturá-las com a finalidade específica de assegurar a integridade das organizações e das pessoas, não é tão trivial. As incertezas são inúmeras. Gerir riscos e aprender com o processo é fundamental. Criar casos de referência, pode acelerar esse processo. É lógico que a gestão de projetos tem muito a contribuir nessas circuntâncias. Inúmeros profissionais lamentam-se da carga que recebem, dos inúmeros pontos que devem ser observados e do crescimento das ameaças. Deixam que o rabo balance o cachorro e não o contrário. Pesquisa do Capgemini Research Institute entrevistou 850 executivos de TI e segurança cibernética em 10 países e cobrindo 7 setores de negócios (“ Reinventing Cybersecurity with Artificial Intelligence: The New Frontier in Digital Security ”) revelou que as empresas estão aumentando o investimento em sistemas de Inteligência Artificial (IA) para fortalecer suas defesas cibernéticas. O número de dispositivos nas mãos de usuários finais com acesso a nuvem, Internet das Coisas (IoT), 5G, interfaces de troca de informações e conversação aumentam as demandas em segurança da informação.

Muitos profissionais (69%) informam, previamente, que não serão capazes de responder as ameaças críticas sem o apoio da IA dada a enorme sobrecarga sobre seus recursos e o crescente aumento de pontos de dados que precisam ser monitorados.

O estudo aponta pontos importantes e sensíveis aos ataques de hackers e menciona a velocidade com que agem e se modificam, demandando, dessa forma a utilização de IA na detecção e proteção das redes.

Milhões são dedicados a proteção, pouco é dedicado a gestão de projetos de proteção. Dar instrumentos para que o gestor de segurança da informação possa atuar preventivamente e, na ocorrência de um ataque, prontamente, é fundamental.

O grande gargalo – que também poderia ser gerido como um risco – está na escassez de casos de uso que possam alimentar os sistemas de IA.

Reduzir custos, diminuir o tempo de detecção do ataque e de resposta, aumentar a precisão na detecção de violações é mandatório. Isso deve ser buscado por cerca de 65% das empresas entrevistadas. Pretendem passar da detecção, reação e correção manual para uma correção automatizada. Para tanto, agir inteligentemente, compreende abraçar recursos que a gestão de projetos pode fornecer na identificação do escopo e requisitos destes projetos, na gestão dos recursos necessários para atingir os resultados desejados, na gestão de riscos, como mencionamos anteriormente. A gestão da comunicação promovendo a troca de informações e a geração de mais e mais casos de uso entre os diversos projetos que, com a mesma finalidade, estão espalhados pelo mundo. Integrar, fortalecer projetos com esse intuito pode gerar resultados mais robustos da aplicação da IA numa primeira linha de defesa, na segurança cibernética.

Anne-Laure Thieullent, da Capgemini sugere que as organizações criem um roadmap, abordem primeiro os desafios de implementação subjacentes que estão impedindo que a IA alcance todo o seu potencial em segurança cibernética”.

A gestão de projetos, dando condições para a criação, monitoramento e controle deste roadmap será uma parceira imprescindível na jornada de proteção cibernética através da inteligência artificial.

 
 
 

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